Skincare: o novo vício dos brasileiros?

Nos últimos anos, o mercado de skincare no Brasil tem experimentado um crescimento, impulsionado pela busca por autocuidado e bem-estar. Durante a pandemia de Covid-19, o isolamento social levou muitas pessoas a redescobrir a importância de cuidar do corpo e da mente. Esse movimento foi especialmente notável no setor de higiene pessoal e cosméticos, onde produtos como máscaras faciais e antissinais registraram um aumento nas vendas.

De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), nos primeiros cinco meses de 2020, o setor de skincare apresentou um crescimento de 161,7% em comparação com o mesmo período em 2019. Farmácias e comércio eletrônico se destacaram como os principais canais de vendas, facilitando o acesso a uma ampla variedade de produtos para diferentes tipos de pele.

Uma pesquisa realizada pela MindMiners, entre 30 de abril e 3 de maio de 2024, revelou que 54% dos brasileiros se consideram vaidosos, e 76% dos participantes adotaram o skincare como parte de sua rotina diária. Os dados mostram que 88% das mulheres e 64% dos homens utilizam produtos de skincare, indicando uma mudança cultural em relação ao autocuidado e à beleza.

A popularização também se reflete nas redes sociais, especialmente no TikTok, que se tornou uma plataforma de tendências de beleza. Lá, usuários compartilham suas rotinas e dicas para manter a pele saudável e bonita. Essa influência digital tem ajudado a impulsionar ainda mais o interesse pelo setor, tornando o autocuidado uma prática cada vez mais comum e acessível.

Para aqueles que estão começando a explorar o mundo do skincare, é importante lembrar que uma rotina eficaz envolve mais do que apenas escolher produtos de qualidade. Prestar atenção a detalhes como a limpeza correta do rosto, hidratação e uso diário de protetor solar também é fundamental.

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