Licenciado, Eduardo diz que votaria contra lei para Brasil retaliar EUA


“Então, por qual motivo Trump iria aceitar que um produto americano pague em média cerca de 60% de imposto entrando no Brasil, mas o produto brasileiro – entrando nos EUA – pague cerca de 5% desse mesmo imposto? Não soa razoável e equilibrado essa relação econômica”, defendeu o ex-parlamentar.

Contrariando a visão do mercado e de dezenas de países, ele insiste que os EUA vão “apenas elevar suas tarifas para os mesmos patamares das tarifas que eles já pagam hoje para entrar no Brasil”.

“Não é retaliação, isso se chama reciprocidade”, justificou. Quando seu pai governava, ele defendeu concessões aos americanos, sem receber nada em troca ao Brasil. Um exemplo foi a isenção de visto aos turistas americanos, assim como o fim da classificação do Brasil como uma economia em desenvolvimento.

Agora, sua tese é de que o Brasil não deve reagir. “Para o Brasil tratar isso como uma guerra comercial e revidar contra a maior economia do mundo (nosso 2º maior parceiro comercial), aumentando ainda mais os tributos, seria preciso criar uma carga tributária ainda maior do que atual, o que faria, na sequência, os EUA adotarem o mesmo por reciprocidade”, disse.

Segundo o ex-deputado que promove uma narrativa contra as instituições brasileiras nos EUA, uma reação do Brasil “seria uma guerra sem fim, com potencial de colapsar a economia brasileira, bastante dependente do seu 2º maior parceiro comercial (EUA)”. “O único prejudicado com esta política conflituosa seria o povo brasileiro, que pagaria mais e mais em nome de uma luta de Lula, que busca super taxar produtos americanos”, disse.

“Essa guerra não é nossa, não vamos defender a mentalidade tributária socialista, sob a falsa bandeira da proteção da indústria nacional, para manter essa imensa e pesada carga tributária, que esmaga o poder de compra do brasileiro e nos leva a ter uma péssima qualidade de vida. Ou você está satisfeito em pagar o maior imposto do mundo e quase não ter a contra-prestação dos serviços públicos?”, disse.





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