Médicos cogitaram parar tratamento para deixar o papa ‘morrer em paz’


Enfermeiro do Papa, Massimiliano Strappetti, foi responsável por orientar a equipe médica a não desistir. “Tente de tudo; não desista”, disse o profissional de saúde, conforme relatado por Alfieri. “Durante dias, corríamos o risco de danificar seus rins e medula óssea, mas continuamos, e seu corpo respondeu aos medicamentos e a infecção pulmonar diminuiu”, disse Alfieri.

Após apresentar a primeira melhora, o Papa teve um segundo momento crítico, quando aspirou o próprio vômito em uma crise. “Foi terrível”, lembrou o médico.

Papa também tinha consciência de que muitos pensavam que ele estava morto. Segundo Alfieri, ele reagiu “com a sua ironia usual” à informação.

Para o médico, o momento mais marcante da internação de Francisco foi a hora em que ele deixou o quarto onde estava internado. “Foi a emoção de ver o homem se tornando Papa de novo”, disse.

Tivemos que escolher se pararíamos por ali e o deixaríamos ir, ou se iríamos em frente e o forçaríamos com todos os medicamentos e terapias possíveis, correndo o maior risco de danificar seus outros órgãos.
Sergio Alfieri, ao jornal Corriere della Sera, da Itália





Source link

Adicionar aos favoritos o Link permanente.