Prêmio por colaboração judicial de Mauro Cid subiu no telhado


O delator Mauro Cid saiu da primeira rodada do julgamento da denúncia sobre a trama golpista menor do que entrou. Sua estatura foi diminuída pelos advogados dos delatados e também por ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.

Luiz Fux tratou Cid como colaborador mequetrefe. “Vejo com muita reserva nove delações de um mesmo colaborador, cada hora acrescentando uma novidade”, disse o ministro. “Nove delações significa nenhuma delação”.

Cármen Lúcia e Cristiano Zanin ecoaram Fux. Também reconheceram que a colaboração tem problemas. Por unanimidade, prevaleceu o entendimento segundo o qual não é o caso de anular o acordo “nesse momento”. Entretanto, num colegiado de cinco magistrados, pelo menos três torceram o nariz para Cid.





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