MC Mirella procura culpados por vazamento de vídeo íntimo



SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Desde que vazou, na semana passada, um vídeo íntimo de MC Mirella, 26, transando com o marido, Dynho Alves, tem feito barulho nas redes sociais. Ao F5, a cantora diz que colocou uma equipe de advogados para encontrar culpados e pedir a remoção do conteúdo.

Mirella, porém, diz que não ficou constrangida e que, de alguma forma, fez do limão uma limonada: ela conseguiu mais assinantes para sua página na Privacy, especializada em conteúdo para maiores de 18 anos. Há três meses, ela não sai do topo do ranking de produtores da plataforma.

Conhecida pelas músicas de funk e como ex-participante de A Fazenda (Record), a também influenciadora conta que, hoje, ganha mais dinheiro com os vídeos de sexo explícito, que ela grava exclusivamente com o marido, do que como cantora.

“Esse tipo de trabalho foi uma maneira que encontrei de lucrar. Já fazia fotos sensuais antes, só fui evoluindo conforme pedidos dos próprios assinantes”, afirma.

Na entrevista abaixo, ela também fala sobre as críticas que recebeu pelo vídeo vazado e comenta sua rotina de gravações, que envolve silêncio para não acordar a filha Serena, de 1 ano e 3 meses. Confira.

PERGUNTA – Qual foi o seu sentimento ao ver que um vídeo íntimo vazou nas redes sociais?

MC MIRELLA – Quem trabalha com plataforma adulta sabe que isso, às vezes, acontece. Mas estamos bem tranquilos. Se uma pessoa chegou a ver é porque ela foi procurar e encontrou. Esse vídeo está no meu canal na Privacy, fechada para assinantes. Não tive constrangimento.

P – Que medidas tem tomado para combater o vazamento e a proliferação na web?

MM – Esse conteúdo vazou porque tem pessoas que são criminosas e pegam nossos vídeos para vender em outras plataformas. Tenho uma equipe de advogados que está em cima disso, procurando e recolhendo conteúdos, solicitando remoção. Em alguns casos, a gente vai processar e pedir indenização. Quem estiver fazendo coisa errada vai pagar.

P – Esse vazamento causou prejuízos ou alavancou seu conteúdo pago?

MM – Ninguém que já estava no canal saiu, pelo contrário, atraiu mais gente que se interessou. Como postamos diariamente, tem sempre gente nova entrando na página. Algumas pessoas não tinham conhecimento e ficaram curiosas, [o vazamento] trouxe mais assinantes, sim. Eu voltei a produzir vídeos em janeiro, após dois anos parada. Está sendo bem bacana. Sou top 1 há três meses.

P – Houve quem tenha feito comentários elogiosos, mas outros que criticaram, da depilação do Dynho à falta de gemidos. Como encara isso?

MM – Não gosto de homem todo lisinho, para mim parece adolescente. Homem é assim [peludo]. E tem momentos em que temos que ficar quietinhos, em silêncio gravando, pois moramos com mais gente em casa. Os comentários não me incomodam, estou acostumada a falarem bem ou mal de mim, coisas boas e ruins. Só preciso filtrar o que serve e descartar o que não é legal. Sou prática e é bem difícil algo tirar minha paz.

P – Você está milionária com os vídeos de sexo explícito? Como esse trabalho mudou sua vida?

MM – Não gosto de comentar valores, mas mudou minha vida. Por exemplo: não ganho com a música [funk] o que eu tiro com conteúdo adulto. E eu tenho produtora, gravadora. Fiquei parada dois anos e esse tipo de trabalho foi uma maneira que encontrei de lucrar. Já fazia fotos sensuais antes, só fui evoluindo conforme pedidos dos próprios assinantes.

P – Por falar nisso, após o vazamento, fãs fizeram pedidos inusitados, bizarros para você reproduzir com o Dynho?

MM – Até que não, as pessoas têm fetiches diferentes e eu apenas respeito. São pessoais. Os pedidos mais comuns eram relacionados aos pés. E nós não pretendemos adicionar mais pessoas ao sexo. Só nós dois.

P – Conta um pouco sobre como é a rotina de gravações de vocês…

MM – A gente não grava de dia, pois é corrido. As filmagens acontecem mais à noite e, nesse horário, tem sempre alguém aqui para nos ajudar com a Serena [a filha de 1 ano e 3 meses do casal]. Minha sogra ajuda, temos uma babá também que fica com a bebê. De vez em quando, saímos para jantar, gravar em motel. Óbvio que às vezes a gente grava em casa, mas a minha filha tem o quartinho dela, nunca estamos desamparados.

P – Pretende abrir o jogo com a Serena no futuro sobre seu trabalho? E na escola, teme que ela sofra com comentários?

MM – Não dá para colocar ela em um copinho de vidro e esconder do mundo. Ela tem 1 ano e, daqui a uns 10 anos, quando estiver na escola, isso [conteúdo adulto] não vai estar tão ativo na internet. As crianças não terão conhecimento. E outra: colégio não é lugar para falar disso. Se acontecer algum comentário, tomaremos providência com a diretora. Acho que até lá não estará mais esse assunto em questão. Se fosse assim, Adriane Galisteu, Cleo Pires, Luciana Gimenez, Grazi Massafera e Vera Fischer, que já saíram na Playboy, não teriam vida também.

P – Isso será um tabu?

MM – Não tenho tabu com isso e, se chegar aos ouvidos dela, vamos conversar. Mas não cabe aos curiosos de plantão saber sobre a vida da minha filha. As pessoas precipitam muito as coisas, procuram agulha no palheiro. Daqui a 10 anos, vai ter baixado bem a poeira. Ela está protegida.

P – Você considera que seus vídeos sejam melhores do que os de Andressa Urach, Luiza Ambiel e Martina Oliveira, por exemplo?

MM – Tem muita rivalidade nesse meio, sim, mas não com essas influenciadoras. Já rolou de algumas moças me atacarem. Eu sigo o perfil da Andressa, acho ela maravilhosa. A Luiza é super minha amiga e acho a Martina bem bonita. Não sou rival delas, não me acho melhor nem pior, cada uma tem seu próprio destaque.



Source link

Adicionar aos favoritos o Link permanente.